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2026-07-21 09:38:13 UTC

Pró-governo diz que alerta de Roberto Carlos prova necessidade de regular IA contra golpes de saúde

Pró-governo diz que alerta de Roberto Carlos prova necessidade de regular IA contra golpes de saúde

Pró-governo diz que alerta de Roberto Carlos prova necessidade de regular IA contra golpes de saúde Roberto Carlos virou, sem querer, garoto-propaganda de um tratamento de saúde que nunca gravou e com o qual não tem qualquer relação. O golpe, turbinado por inteligência artificial que imita sua voz e sua imagem, reacende a disputa sobre até onde o Estado deve ir para regular o uso da tecnologia.

Enquanto o próprio cantor tenta conter o estrago nas redes, o discurso pró-governo vê munição para defender regras mais duras contra deepfakes e fraudes digitais em saúde.

O lado das vítimas: celebridades em modo defesa

No comunicado, Roberto denuncia que um vídeo criado com IA usa sua imagem e uma voz que “imita a minha” para empurrar um suposto tratamento médico, reforçando: “isso não é verdade” e pedindo que o público não compartilhe o material enganoso. Ele enfatiza que nunca gravou o vídeo, não autorizou o uso de seu nome ou voz e não tem qualquer vínculo com o produto ou médico mencionados.

A orientação é clara: só confiar em informações divulgadas pelos canais oficiais do artista, justamente para tentar furar a bolha da desinformação que se espalha nas redes.

O lado pró-governo: caso emblemático para regular a IA

Na leitura pró-governo, o episódio é mais um exemplo de como golpes com IA exigem regulação firme – sobretudo quando envolvem promessas de cura e tratamentos “milagrosos”. As reportagens destacam que o conteúdo pode causar prejuízos reais a quem acredita em informações falsas sobre saúde, argumento perfeito para defender fiscalização e punições mais pesadas.

O caso de Roberto se soma a outros, como o de Fernanda Montenegro, que também teve a imagem usada em propaganda de remédio com promessa de curar até Alzheimer, fato classificado como crime. Para o campo alinhado ao governo, o recado é simples: sem lei forte e responsabilização, o próximo alvo pode ser qualquer cidadão, não só ídolos nacionais.

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