Esse negócio de “permitir a escravidão” precisa ser esplicado. Não foi uma permissão no sentido de aprovação; foi uma concessão, assim como aconteceu com o divórcio, algo ao qual Ele era contra. Se Ele não cedesse, ninguém chegaria à Terra Prometida.
As pessoas também precisam entender que, na visão da época, a escravidão era algo considerado normal. Não existia nenhuma civilização que não a praticasse.
Deus agiu com uma estratégia semelhante à da abolição no Brasil, impondo limites e estabelecendo um tempo para que o esscravo conquistasse sua liberdade.
