Exato.
E o contrário é bem assimétrico. Moçambicanos, Angolanos, Cabo verdianos, consomem muito conteúdo do Brasil, e a gente muito pouco.
Se Portugal não der o braço a torcer e considerar de uma vez que "Brasileiro" é um idioma separado, eles serão engolidos de qualquer maneira.
Na Islândia, as crianças estão desprendendo o idioma e preferindo o inglês, pois há pouquíssimo conteúdo no idioma delas. E é o que vem acontecendo com Brasil e esses outros países:
O quantidade de conteúdo em Portugal é pequena, nos países africanos é menor ainda. Em Macau quase inexistente, e no Brasil não acaba mais. É esse tipo de assimetria na era da internet que pode "varrer" um idioma.