Diretamente, o Vaticano não recebe impostos, apenas indiretamente, através de doações vindas de igrejas locais. Mas isso não é antiético nem viola o PNA: aceitar dinheiro que teve origem tributária não equivale a cometer agressão (como cobrar impostos). Da mesma forma, você não deixaria de prestar um serviço a alguém só porque essa pessoa é um funcionário público, ainda que o salário dela venha de impostos.
Em uma sociedade libertária, o Vaticano seria perfeitamente legítimo por não cobrar tributos — o mesmo não se pode dizer da Alemanha ou de qualquer outro Estado moderno.
