<oembed><type>rich</type><version>1.0</version><author_name>pollyanna (npub1fc…h9c3g)</author_name><author_url>https://nostr.ae/npub1fcyg7vy876n7wztuuhl8lkyyaszdm3576mxaxlz4ugq0waztz7fqzh9c3g</author_url><provider_name>njump</provider_name><provider_url>https://nostr.ae</provider_url><html>eu sempre acreditei nisso também, mas agora vejo que não. eu tenho visto que tudo, absolutamente tudo o que eu vejo no mundo, nas coisas e nos outros, é o meu olhar que vê, é ele que nomeia, portanto é algo que está em mim. mesmo que eu veja coisas muito difíceis de ver. eu sempre encontro algo em mim que é análogo ou sustenta a ação do outro. mesmo que seja algo que quando eu faço parece bom, parece cuidadoso ou amoroso. e quando eu olho de verdade para as dores do mundo, e eu vejo que as sustento e assumo a responsabilidade pela parte que me cabe sem me identificar com a salvadora do mundo, mas em estado de abertura para ser transformada, eu vejo que algo muda em mim e me coloca em contato mais íntimo com a vida e eu sei que não fui eu sozinha e eu sei que não fui só eu que me transformei.</html></oembed>