O receptor obviamente tem que saber do crime, senão não haveria nem uso de moeda...
De qualquer forma, receber um dinheiro sabidamente fruto de crime é como aceitar um dinheiro que 'não existe', pois o criminoso não é o real dono dele e não deveria poder fazer nada com ele, e o usando, só agravaria o dano à vitima (dificulta a recuperação).
Portanto, quem aceita um dinheiro sabidamente roubado se torna cúmplice, pois está favorecendo ao crime/criminoso, frente a vítima. E é inclusive nesse sentido (e dá oferta de força de trabalho) que funcionários públicos cooperam para o crime estatal.