Há uma exarcebação na linguagem de alguns, não chega a ser perseguição mesmo. É um fenômeno recente, potencializado pela falsa coragem que a internet dá. Tive (ex-)amigos romanistas que só tiveram coragem de romper amizade quando a única forma de comunicação era via rede social ou email.
Mas vejo um processo parecido no meio protestante/evangélico: arengas virtuais que no cara a cara ninguém faria.

