Rothbard
Instituto Rothbard
O Instituto Rothbard é o epicentro de disseminação da Escola Austríaca de economia e do libertarianismo.
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Ao longo das décadas de 1950 a 1970, o etólogo John Bumpass Calhoun realizou uma série de experimentos para estudar os efeitos da superpopulação sobre o comportamento social. O experimento mais famoso desses ficou conhecido como “Universo 25”. Nele, Calhoun criou um ambiente fechado e cuidadosamente controlado, em que havia ratos, projetado para funcionar como uma verdadeira “utopia”. Nesse ambiente, não havia predadores, não havia doenças, nem tampouco escassez de recursos. Comida e água? Nunca faltavam. Temperatura? Ideal e estável. Espaço para ninhos e abrigos? À vontade. Em outras palavras, todas as necessidades materiais básicas desses roedores estavam plenamente satisfeitas. O único fator realmente limitante era o chamado “espaço social”, a teia de interações entre os indivíduos. O Universo 25 começou com apenas quatro casais de ratos, todos saudáveis. Nos primeiros meses, o comportamento deles foi considerado normal: os animais exploraram o ambiente, estabeleceram territórios e passaram a se reproduzir. Conforme a população crescia, a taxa de natalidade aumentava rapidamente. O número de indivíduos dobrava em intervalos cada vez menores. Contudo, com o aumento da densidade populacional, começaram a surgir mudanças profundas no comportamento. A hierarquia social se desorganizou. A agressividade aumentou. Comportamentos considerados patológicos tornaram-se freqüentes. Muitas fêmeas passaram a abandonar ou agredir seus filhotes. Muitos machos se mostraram incapazes de defender seu território ou estabelecer relações sociais estáveis. A sociedade parecia colapsar. Um fenômeno particularmente marcante ocorreu: o aparecimento de um grupo apelidado de “os belos”. Esses ratos apresentavam aparência física perfeita, mas exibiam total isolamento social: não disputavam espaço, não acasalavam e não demonstravam interesse nas interações coletivas. Com o tempo, a reprodução praticamente cessou em toda a colônia, mesmo com os recursos ainda em abundância. A fase final foi o declínio populacional irreversível. A sociedade entrou em colapso completo e, por fim, extinguiu-se. A utopia, no final das contas, parecia ter sido um distopia. Para Calhoun, o experimento demonstrava que uma população pode entrar em colapso não pela falta de recursos materiais, mas sim pela desintegração dos seus vínculos sociais e comportamentais, um processo que ele chamou de “morte comportamental”. Outra conclusão a que muitos chegaram com esse experimento é que a superpopulação leva inevitavelmente à desintegração social. Vimos que, com o aumento da densidade populacional, comportamentos patológicos apareceram: aumento da agressividade, abandono dos filhotes, canibalismo, isolamento social e perda de comportamentos reprodutivos normais. De acordo com alguns, isso é uma evidência de que sociedades densamente povoadas tendem ao caos, independentemente da abundância material. Essa leitura ganhou força nos debates sobre o crescimento populacional humano, especialmente no contexto dos anos 1960 e 1970, quando o medo de uma explosão demográfica era alto. Outra conclusão a que muitos chegaram é que o colapso societal era conseqüência do “excesso de liberdade” dos ratos. Mas e do ponto de vista libertário? Como nós podemos interpretar esse experimento? Bem, desse ponto de vista, uma primeira cautela essencial é rejeitar essa leitura simplista de que o experimento provaria a “inevitabilidade” do colapso social com a alta densidade populacional. O Universo 25 não era uma sociedade livre. Ao contrário, ele era um sistema artificialmente planejado, totalmente centralizado e sem possibilidade de saída. Os ratos não podiam migrar, inovar, criar novas regras espontâneas ou reorganizar o espaço conforme suas necessidades. A ordem era imposta de cima para baixo, sem mecanismos de adaptação descentralizada. Assim, o colapso observado pode ser interpretado não como conseqüência do “excesso de liberdade”, como muitos o fazem, mas justamente da ausência dela. Outro ponto central a ser analisado é a noção de “abundância garantida”. No Universo 25, os recursos – comida, água e abrigo – eram fornecidos automaticamente, independentemente do comportamento individual. Sob uma ótica libertária, isso elimina o papel dos incentivos e da responsabilidade individual. Em sociedades humanas, a cooperação social emerge justamente da necessidade de troca, produção e especialização. No experimento, não havia necessidade de cooperar para sobreviver, e nem recompensas claras para os comportamentos produtivos ou socialmente úteis. O resultado foi aquela erosão progressiva dos papéis sociais na colônia, algo que libertários freqüentemente associam a sistemas em que recompensas são desvinculadas de mérito ou contribuição. Os incentivos ficam totalmente distorcidos. O fenômeno da “morte comportamental” também pode ser reinterpretado como uma crise de significado, e não somente de densidade populacional. Senão, vejamos. Em uma sociedade libertária, a variedade de projetos de vida, de associações voluntárias e de normas emergentes é capaz de permitir que os indivíduos encontrem nichos sociais distintos. Porém, no Universo 25, os ratos estavam todos presos a um único modelo de organização espacial e social. Quando esse modelo se saturou, não existiam alternativas. Do ponto de vista libertário, isso reforça a importância das instituições voluntárias, da concorrência entre formas de organização e da liberdade de experimentar arranjos sociais distintos. Em outras palavras, a ordem deveria ser espontânea, de baixo para cima, e não imposta, de cima para baixo. A figura dos “belos” é especialmente reveladora sob a lente libertária. Tais indivíduos eram o produto de um ambiente em que o custo de se desligar socialmente era praticamente nulo. É algo para o qual os libertários sempre alertam. Em sociedades altamente intervencionistas, há um risco muito alto de as pessoas se tornarem dependentes, apáticas ou socialmente retraídas quando suas necessidades básicas são garantidas sem contrapartidas. Uma espécie de estado de bem-estar social. O isolamento desses ratos “belos” pode ser visto como um extremo desse processo: indivíduos que sobrevivem biologicamente, mas se desligam completamente da vida social, produtiva e reprodutiva. Como não havia relação entre ação e conseqüência, não havia incentivos para que eles interagissem uns com os outros. Além disso, o ambiente não possibilitava diferenciação territorial. Embora houvesse espaço, não existia propriedade de fato: nenhum rato podia controlar, defender ou adaptar uma área. Sem propriedade, não há responsabilidade. Os comportamentos degeneram. A agressividade observada no experimento pode ser vista como uma disputa caótica por poder em um sistema em que os sinais naturais de mérito foram apagados. Outro ponto fundamental é a ausência de liberdade de saída. Os ratos não tinham para onde escapar. Em uma sociedade livre, indivíduos podem abandonar ambientes disfuncionais, migrar, criar novas comunidades ou experimentar arranjos sociais distintos. Porém, todos ali estavam submetidos ao mesmo arranjo falho, como em um estado altamente centralizado, do qual não se pode escapar. O experimento do “Universo 25” não demonstra o fracasso da liberdade, mas o fracasso de um utopismo planejado. Ele mostra que conforto material imposto, sem liberdade real, sem diversidade de arranjos e sem incentivos orgânicos, leva à decadência. É uma crítica indireta à idéia de que uma autoridade central pode projetar um ambiente perfeito e, assim, “resolver” os problemas sociais. A complexidade do comportamento emerge de interações livres, não do planejamento. A prosperidade não depende só de abundância material. Ela envolve liberdade, responsabilidade, propriedade, diversidade institucional e possibilidade de adaptação. Enfim, sociedades não podem ser tratadas como projetos de engenharia. Quando elas são, mesmo os ambientes mais confortáveis podem produzir os resultados mais desumanizadores. https://rothbardbrasil.com/a-utopia-dos-ratos/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O estado não deve financiar a ciência Por: Marco Batalha Pergunte para qualquer pessoa se ela acha que o estado deve financiar a pesquisa científica. Há uma chance altíssima, quase 100%, de que ela diga que sim. Hoje em dia, isso é dado como favas contadas. É um assunto que sequer é discutido. É uma posição quase unânime de que o progresso científico depende fundamentalmente do financiamento estatal. Órgãos de fomento, universidades públicas, institutos de pesquisa, bolsas de estudo… – todo esse arsenal estatal, sustentado com dinheiro roubado do setor produtivo, ocupa um lugar central no debate sobre a ciência. Para quase todos, sem o estado, a ciência simplesmente não tem como existir. Porém, se analisarmos essa questão mais profundamente, veremos que essa crença é histórica, ética e economicamente problemática. O argumento mais freqüente a favor do financiamento estatal é que a ciência seria um “bem comum”. Sendo assim, como o conhecimento pode ser difundido e aproveitado por muitos, os senhores bovinos gadosos argumentam que o mercado não teria os incentivos suficientes para financiar a pesquisa científica. Logo, caberia ao papai estado corrigir essa suposta falha. Hmm, será? Tal raciocínio, embora sedutor aos incautos, ignora o fato central de que o Leviatã não é capaz de criar recursos. Ao contrário, tudo que o estado “investe” em ciência foi antes retirado coercitivamente de indivíduos, famílias e empresas por meio de impostos diretos ou indiretos. Cada real destinado a uma bolsa, a um projeto ou a um laboratório é um real que deixou de ser usado em outras demandas mais urgentes da sociedade. Além disso, esse conceito da ciência como um “bem comum”, público, é exagerado. Muitos avanços científicos geram retornos privados claríssimos, por vantagens competitivas, redução de custos ou abertura de novos mercados. Empresas investem em pesquisa não por altruísmo, mas por enxergarem valor futuro. E o fariam muito mais não fossem as distorções estatais. Até a chamada “ciência básica”, apresentada como totalmente desconectada de aplicações práticas, costuma ser financiada por expectativas indiretas de retorno, reputação, liderança tecnológica ou exploração posterior de descobertas. O mercado, longe de ser míope, tem uma rica história de financiamento de projetos científicos arriscados, quando acredita que os ganhos potenciais compensam os riscos. E isso alocando os recursos ética e racionalmente. Já quando o estado assume o papel de financiador da ciência, há o problema básico de que o faz de maneira antiética, pois arranca coercitivamente – via ameaça de multa, prisão ou morte – recursos do setor produtivo. Ainda há a questão da alocação irracional de recursos. O estado não tem os incentivos corretos: não opera com lucros e prejuízos, não responde diretamente às preferências dos consumidores e não sofre perdas pessoais quando erra. Assim, as escolhas sobre quais áreas financiar, quais projetos aprovar, quais alunos premiar com as bolsas e quais pesquisadores privilegiar são inevitavelmente influenciadas por critérios políticos, modismos acadêmicos, pressões corporativas e agendas ideológicas. Não tem jeito, não há como escapar desse problema. Trata-se de uma conseqüência lógica da centralização das decisões. No Brasil, claro, essa distorção é ainda mais evidente. O sistema de financiamento científico é altamente burocratizado, lento e formalista. Pesquisadores gastam uma parcela considerável de seu tempo preenchendo formulários, justificativas e relatórios, muito mais preocupados em atender as inúmeras exigências administrativas do que em produzir conhecimento relevante. A lógica de incentivos premia a conformidade, não a originalidade. Os projetos que se encaixam no discurso dominante, na agenda ideológica ou nas prioridades políticas do momento têm chances de aprovação muito maiores do que idéias verdadeiramente inovadoras e disruptivas. Por exemplo, na minha área de pesquisa, a ecologia, sabíamos que, se incluíssemos no projeto algo relacionado às ditas “mudanças climáticas”, a chance de aprovação aumentava muito. Há ainda o problema da inércia institucional. Uma vez criados um programa, um instituto ou uma linha de pesquisa, financiados pelo Leviatã, torna-se extremamente difícil encerrá-los, mesmo quando seus resultados são medíocres ou irrelevantes. O financiamento público cria feudos acadêmicos, em que, protegidos da concorrência, a sobrevivência depende muito mais da manutenção do fluxo de recursos do que da qualidade da produção científica. Em vez de um ambiente dinâmico, no qual as idéias competem e são constantemente testadas, forma-se um sistema rígido, avesso ao risco e imune às críticas. Outro efeito freqüentemente ignorado é o deslocamento do financiamento privado. Quando o estado se torna o principal patrocinador da ciência, empresas, investidores e filantropos reduzem seu próprio envolvimento. Esse fenômeno é chamado de “evicção”. Isto é, o estado não está apenas complementando o mercado, mas está o substituindo. Afinal, por que alguém assumiria riscos elevados, com seus próprios recursos, se o estado já está bancando grande parte da pesquisa? Pois é… O resultado desse fenômeno da “evicção” é uma ciência – se é que podemos chamar de ciência – cada vez mais dependente de verbas públicas e cada vez menos conectada às necessidades verdadeiras da sociedade. E, no contexto brasileiro, essa dependência é agravada por um ambiente hostil à iniciativa privada. Aquilo que conhecemos tão bem: alta carga tributária, burocracia excessiva, crédito caro e insegurança jurídica, que desestimulam investimentos de longo prazo, inclusive aqueles em pesquisa e em desenvolvimento científico. Diante desse cenário, o financiamento estatal passa a parecer a única alternativa possível. No entanto, isso inverte causa e efeito. Não é a ausência do estado que impede o florescimento da ciência privada, mas é o excesso de intervenção estatal que sufoca o empreendedorismo, a inovação e a acumulação de capital, necessários para sustentar a pesquisa científica. Ainda, há um aspecto ético raramente discutido. Financiar a ciência com os recursos públicos significa obrigar pessoas que talvez nunca se beneficiem de determinado projeto – ou que discordem de seus objetivos – a custeá-lo. Isso é especialmente problemático em um país com profundas desigualdades sociais, em que milhões de pessoas lutam para satisfazer necessidades básicas. Nada de novo. É o estado transferindo riqueza dos mais pobres para os mais ricos. Nada disso implica que a ciência deixaria de existir sem o estado. Ao contrário. Uma ciência livre do financiamento estatal tenderia a se tornar bem mais diversa, competitiva e conectada à sociedade. Universidades particulares, empresários, associações, fundações, investidores ou até modelos inovadores de financiamento coletivo assumiriam papéis centrais. Pesquisadores seriam incentivados a demonstrar o valor de suas idéias não a burocratas, mas a financiadores voluntários, dispostos a assumir riscos em troca de possíveis retornos científicos, tecnológicos ou sociais. A história nos mostra que grandes avanços científicos ocorreram muito antes da existência das agências estatais de fomento. A institucionalização da ciência pelo estado é um fenômeno recente e não uma condição necessária para o progresso do conhecimento. Defender o modelo estatal ou o modelo privado de financiamento científico não é somente uma posição técnica – é também uma escolha ética sobre como recursos escassos devem ser usados e quem deve decidir sobre isso. Quem defende o modelo estatal defende a agressão e a coerção a indivíduos pacíficos em nome de um suposto “bem comum”. Além de antiético, esse financiamento estatal da ciência compromete a independência intelectual dos pesquisadores, criando incentivos para o conformismo e a autocensura. Melhor seria um modelo privado, com o que teríamos uma ciência bem mais livre, responsável e alinhada às escolhas voluntárias das pessoas. Assim, libertar a ciência da tutela estatal é justamente o passo necessário para que ela floresça de forma mais autêntica, produtiva e socialmente relevante. https://npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url.blossom.band/97c3aa690293102f8aae936654c6f924ac3e7ac8615f12c7ea4c9a9c0dcebe55.png npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Deputado de Israel nomeia os maiores representantes da direita americana como inimigos que precisam ser combatidos Por: José Niño Diante do pódio do Knesset em 5 de janeiro de 2026, Dan Illouz fez um alerta que reverberou do outro lado do Atlântico. O deputado do Likud, nascido no Canadá, falou aos colegas não em hebraico, mas em inglês, garantindo que sua mensagem chegasse diretamente aos ouvidos americanos. “Estamos acostumados com inimigos de fora. Lutamos contra os túneis de terror do Hamas. Lutamos contra os mísseis balísticos do Irã. Mas hoje olho para o Ocidente, nosso maior aliado, e vejo um novo inimigo surgindo de dentro”, declarou Illouz, segundo The Jewish Telegraph Agency. “Estou falando de um veneno sendo vendido ao povo americano como patriotismo. Estou falando do vandalismo intelectual de Tucker Carlson e Candace Owens.” Desde os ataques de 7 de outubro de 2023 contra Israel, Carlson e Owens têm sido alguns dos críticos mais veementes de Israel na direita americana. Antes de mudarem para o discurso anti-israelense, Carlson e Owens eram pilares da mídia conservadora e não abordavam diretamente questões de influência israelense. No entanto, isso mudou quando Israel iniciou um genocídio em escala industrial em Gaza. O discurso de Illouz marcou um momento extraordinário. Um membro da coalizão governista de Israel identificava publicamente figuras conservadoras da mídia americana como ameaças à aliança entre Tel Aviv e Washington. Para Illouz, a luta contra o que ele vê como um antissemitismo crescente na direita americana representa mais do que uma postura política. Tal onda de oposição à relação estreita dos Estados Unidos com Israel poderia potencialmente colocar esse acordo em risco caso continue crescendo — um cenário de pesadelo para o judaísmo mundial. Illouz, como muitos outros líderes judeus, está percebendo o crescente sentimento anti-Israel tanto à esquerda quanto à direita. “Eles dizem que lutam contra a esquerda woke. Eles não são diferentes dos próprios wokes”, afirmou Illouz. “A esquerda radical derruba as estátuas de Thomas Jefferson, Tucker Carlson destrói o legado de Winston Churchill. A esquerda radical diz que a civilização ocidental é má, Candace Owens diz que as raízes da nossa fé são demoníacas. É a mesma doença.” Sua crítica a Carlson focou na entrevista do ex-apresentador da Fox News com o historiador Darryl Cooper, que caracterizou o Holocausto em termos que indignaram grupos judaicos. Segundo o Jewish Insider, Illouz disse ao Knesset que Carlson “concorda quando lhe dizem que o Holocausto foi um erro logístico, um erro de um campo que não estava preparado. Isso é loucura. Ele cospe nas sepulturas dos soldados americanos que invadiram a Normandia… Por quê? Para apagar a linha entre o bem e o mal.” Voltando-se para Owens, cujo canal no YouTube conta com mais de 5,7 milhões de inscritos, Illouz a acusou de tráfico de ódios antigos. “Ela espalha os mais doentios Libelos de Sangue… alegando que este estado foi fundado por ‘pedófilos’. Ela não conhece a história; ela não conhece a Bíblia. Ela só sabe como vender ódio”, disse ele, segundo o Jewish Insider. O membro israelense da Knesset invocou a história judaica para demonstrar a resiliência de seu povo: “Somos o povo da eternidade. Enterramos os faraós que nos escravizaram. Enterramos os gregos que tentaram proibir nossa Torá. Enterramos os romanos que queimaram nosso templo. Dançamos sobre as ruínas do Terceiro Reich. E estaremos aqui muito depois que seus canais do YouTube forem esquecidos como pó”, ele proclamou. Quando o The Times of Israel perguntou se ele se preocupava em interferir na política americana, Illouz descartou a preocupação. “Defender a aliança entre EUA e Israel não é interferência”, respondeu ele. “Estou em contato com muitos conservadores pró-Israel que sabem que Candace e Tucker são uma ameaça tanto para os EUA quanto para Israel.” Nascido em 21 de fevereiro de 1986, em Montreal, filho de pais judeus marroquinos, Dan Illouz cresceu imerso nas tradições do judaísmo norte-africano. Após se formar na Faculdade de Direito da Universidade McGill e obter um mestrado em políticas públicas pela Universidade Hebraica, Illouz tomou uma decisão que mudou sua vida aos 23 anos. Em 2009, imigrou para Israel, ingressando imediatamente no movimento Likud. “Me ofereceram o sonho americano em uma bandeja de prata. Escolhi o sonho sionista e fiz Aliá para Israel”, ele afirmou. Ele ingressou no Conselho Municipal de Jerusalém em março de 2018 após a renúncia de outro vereador, venceu a eleição em outubro de 2018 e serviu até 2021 sob um acordo de rotação. Ao entrar no Knesset, Illouz renunciou à sua cidadania canadense, descrevendo-a como “não uma rejeição do meu passado; foi um ato consciente de compromisso com o futuro de Israel.” Para Illouz, a luta contra Carlson e Owens não pode ser separada de seu maximalismo territorial. Sua oposição à criação do Estado palestino e sua defesa da anexação da Cisjordânia formam a base ideológica de sua identidade política. “Nossos direitos à terra de Israel incluem cada centímetro da Terra de Israel, incluindo Shchem [Nablus] e Hebron e áreas onde não há nenhum judeu vivendo lá atualmente, incluindo Ramallah”, afirmou Illouz em 2022. Ele vê essa questão em termos existenciais. “O direito a Tel Aviv vem da Judeia e Samaria”, ele enfatizou, empregando a terminologia bíblica para a Cisjordânia preferida por políticos fanáticos da direita israelense. Em julho de 2024, Illouz proferiu outro discurso em inglês no Knesset declarando oposição categórica à soberania palestina. “Um Estado palestino não é apenas uma má ideia — é perigoso, sob qualquer circunstância, mas especialmente agora. … Não haverá um Estado palestino. Nem agora não, nem nunca”, ele afirmou. Illouz representa mais do que apenas discursos. Ele apresentou uma legislação para aplicar a soberania israelense ao Vale do Jordão, com data de vigência em 7 de outubro de 2024, marcando o primeiro aniversário do massacre do Hamas. “Uma verdadeira vitória só será possível quando o inimigo sentir que 7 de outubro foi um erro, transformando-o em um dia de luto para eles”, proclamou Illouz. Em julho de 2025, o Knesset votou por 71 a 13 a favor de uma resolução não vinculativa que pede a anexação da Cisjordânia, que Illouz co-patrocinou. “Pela primeira vez, o Knesset expressa apoio oficial à aplicação da soberania israelense na Judeia e Samaria. A mensagem do plenário é clara: Judeia e Samaria não são moedas de troca — são o coração da nossa terra”, gabou-se ele. Talvez sua proposta mais ambiciosa tenha surgido em fevereiro e março de 2025 com o “Projeto de Lei Metropolitana de Jerusalém”, que incorporaria 29 assentamentos da Cisjordânia em uma “Metrópole de Jerusalém” sob soberania israelense. Os assentamentos, incluindo Ma’ale Adumim, Givat Ze’ev, Efrat e Beitar Illit, abrigam mais de 180.000 colonos. “Israel precisa agir de acordo com seus interesses e sem medo. Essa lei é um passo importante rumo à plena soberania [sobre a Cisjordânia]”, afirmou Illouz. Essa visão do maximalismo territorial explica por que Illouz vê Carlson e Owens como ameaças existenciais. Se o apoio conservador americano a Israel diminui, sua visão de Israel Grande se torna politicamente insustentável. A aliança com Washington fornece cobertura diplomática e apoio material para expansão de assentamentos e possível anexação. O discurso de Illouz em janeiro de 2026 ocorreu em meio a preocupações israelenses mais amplas sobre o antissemitismo na direita americana. Em novembro de 2025, o ministro da Diáspora israelense, Amichai Chikli, disse ao New York Post que estava “muito mais preocupado com o antissemitismo à direita do que à esquerda.” Chikli, ele próprio um judeu de direita que cultivou relações com partidos europeus da Direita Sion-Populista, fez referência específica aos elogios de Carlson ao historiador Darryl Cooper. “Um dos piores momentos foi quando um popular locutor conservador chamou um dos negacionistas do Holocausto mais vis dos EUA de ‘um dos historiadores mais honestos.’ Isso legitima o ódio — normaliza ele”, disse Chikli ao New York Post . Chikli alertou contra a crescente influência de figuras como Nick Fuentes e Cooper entre os jovens americanos. “O antissemitismo se tornou moda para a Geração Z”, continuou. “Eles ouvem podcasts, não professores. Quando pessoas como Nick Fuentes ou Darryl Cooper são tratadas como líderes de pensamento, isso é perigoso. Esses são neonazistas.” Em outubro de 2024, Carlson recebeu Fuentes em sua plataforma, provocando indignação entre conservadores judeus que alertaram sobre o crescente alcance das vozes antissemitas. Candace Owens respondeu ao discurso de Illouz afirmando: “O partido Likud em Israel acabou de nomear a mim e a Tucker Carlson como inimigos que precisam ser combatidos.” Illouz esclareceu sua posição, afirmando: “Esta é uma batalha civilizacional de ideias. Qualquer insinuação de violência é apenas uma tática desesperada de silenciamento.” O relacionamento de Illouz com Donald Trump revela a complexidade de sua posição. Quando Trump declarou em setembro de 2025 que não permitiria que Israel anexasse a Judeia e Samaria, Illouz respondeu de forma assertiva. “Nenhuma entidade internacional, mesmo um grande e querido aliado, pode nos ditar como tratar nossa terra”, declarou ele. No entanto, em janeiro de 2025, ao se opor a um projeto de anexação para o Vale do Jordão, Illouz adotou o pragmatismo. “Com o presidente Trump reeleito, temos uma oportunidade histórica de avançar a soberania israelense sobre o Vale do Jordão, mas isso deve ser feito com sabedoria. Avançar rapidamente com uma legislação simbólica que não tem chance de avançar além de uma leitura preliminar só enfraquece nossa causa”, ele afirmou. Neste caso, Illouz provavelmente via Trump como um presidente judáico-aceleracionista, que no geral promove os interesses judaicos com entusiasmo apesar de pequenas variações, e optou por suavizar sua retórica. Para Dan Illouz, o confronto com Tucker Carlson e Candace Owens representa mais do que uma simples disputa midiática. Isso representa uma ameaça potencial a ele e às ambições de seus semelhantes de anexar toda a Cisjordânia. Resultados recentes da Pesquisa Juvenil de Yale demonstram que um realinhamento geracional progride de forma constante, transcendendo fronteiras partidárias e colocando Israel cada vez mais em oposição ao sentimento jovem. Entre eleitores de 18 a 22 anos, 30% concordaram que os judeus americanos mantêm maior lealdade a Israel do que aos Estados Unidos. 27% concordaram que os judeus americanos possuem influência excessiva. Cada métrica supera consideravelmente as médias nacionais. A pesquisa também expôs a confusão generalizada em torno da regulação do discurso das elites. Entre todos os eleitores, 56% expressaram incerteza se a frase “globalizar a intifada” constitui antissemitismo. Uma pluralidade de 47% determinou que caracterizar a situação de Gaza como genocídio não se qualifica como antissemita. Os dados de Yale não existem isoladamente, mas alinhados com o acúmulo de pesquisas que documentam a mesma mudança geracional. Uma pesquisa de Questões Críticas da Universidade de Maryland descobriu que, enquanto 52% dos republicanos com 35 anos ou mais simpatizam predominantemente com Israel, apenas 24% dos republicanos entre 18 e 34 anos compartilham essa orientação. Sobre as hostilidades em Gaza, 52% dos republicanos mais velhos consideram as ações israelenses justificadas, em comparação com apenas 22% dos republicanos mais jovens. Análises compiladas pelo RealClearPolling reforçam esses padrões. Entre os republicanos com menos de 50 anos, as avaliações desfavoráveis de Israel subiram de 35% em 2022 para 50% em 2025. Republicanos mais velhos mudaram minimamente. Pesquisas idênticas da Universidade de Maryland indicam que 41% dos americanos consideram as operações militares israelenses em Gaza genocidas ou análogas a genocídio, incluindo 14% dos republicanos. 21% caracterizam a política Israel-Palestina do governo Trump como excessivamente pró-Israel, enquanto 57% afirmam que o apoio americano facilitou crimes de guerra israelenses. Nem mesmo os republicanos evangélicos se mostram imunes. Enquanto 69% dos evangélicos mais velhos simpatizam predominantemente com Israel, esse número despenca para 32% entre os evangélicos mais jovens, com apenas 36% considerando justificadas as ações israelenses em Gaza. Uma pesquisa da AtlasIntel de setembro de 2025 determinou que apenas 30% dos americanos apoiam assistência financeira a Israel, representando uma mudança dramática em relação às convenções bipartidárias de Washington. Esses sentimentos anti-Israel provavelmente se fortalecerão à medida que influenciadores conservadores como Tucker Carlson e Candace Owens ganharem ainda mais popularidade entre o público americano. Isso não é um bom sinal para a visão de Illouz sobre a soberania israelense sobre a Cisjordânia. Quando esse movimento conservador começa a questionar o apoio a Israel, quando vozes influentes como Carlson e Owens ganham força com retórica antissemita, Illouz vê a base de seu projeto Grande Israel ameaçada. O tempo está correndo contra Illouz, que se desespera sabendo que Tucker Carlson e Candace Owens podem convencer milhões de americanos cansados a finalmente rejeitar o controle de Israel sobre o sistema político americano. https://npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url.blossom.band/b0815514e4c38061b3dc31d02fb38315100c1ac0f7562a6ab1a0e89f40b9cafa.png npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/deputado-de-israel-nomeia-os-maiores-representantes-da-direita-americana-como-inimigos-que-precisam-ser-combatidos/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/cdc-reescreve-discretamente-suas-afirmacoes-sobre-a-relacao-entre-vacinas-e-autismo/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/entrevista-com-hans-hermann-hoppe-um-intelectual-anti-intelectual/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-governo-federal-brasileiro-e-a-teoria-do-odio-institucional/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard A verdadeira história da Segunda Guerra Mundial Por Ron Unz https://rothbardbrasil.com/a-verdadeira-historia-da-segunda-guerra-mundial/ https://blossom.primal.net/89ba8b0ab2be859159af852f2f34d9bd5bb786f3cdc943d7600524a62058ba40.mov npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O próprio Grok revela a censura do X: https://x.com/i/grok/share/f2987c87a384489fb47abf8a9e705269 npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/aspiracoes-libertarias/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/senador-chileno-avisou-sobre-as-incursoes-israelenses-na-patagonia/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/bilionarios-sionistas-reconhecem-abertamente-que-manipulam-o-governo-dos-eua/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-lei-natural-as-leis-divinas-positivas-e-a-loucura-do-mundo-moderno/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O que realmente significam Direita e Esquerda https://rothbardbrasil.com/o-que-realmente-significam-direita-e-esquerda/ https://blossom.primal.net/7fa6eb441bd231ea6d7589e33682df30c3e4250a84cbdf141f3ce57e635a7bcf.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/todo-mundo-e-anti-guerra-ate-a-propaganda-da-guerra-comecar/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/volatilidade-nao-e-ruim-para-as-criptomoedas-mas-necessaria/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-presidente-do-banco-central-e-um-grande-vilao-que-o-governo-tenta-retratar-como-um-heroi/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-general-patton-foi-assassinado/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/uma-presidente-fora-da-lei/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/making-imperialism-great-again/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard @nprofile…2u5l https://rothbardbrasil.com/como-mises-destruiu-marx/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-operacao-cia-mossad-para-desencadear-uma-revolucao-no-ira-fracassou/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-devido-processo-legal-sob-o-anarcocapitalismo/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://blossom.primal.net/1f349ba2fdbfa1e65b6b533f474eb5ca26eab721ad4bfecd9efccf17be2558d4.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Em defesa do legado de Murray Rothbard contra os propagandistas mileístas https://rothbardbrasil.com/em-defesa-do-legado-de-murray-rothbard-contra-os-propagandistas-mileistas/ https://blossom.primal.net/765d9b013e991c709496055f133e7c4de02addb3120c9deebb3c2773b9c7a563.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard A acusação do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) contra o líder sequestrado da Venezuela, Nicolás Maduro, é uma bravata política que depende fortemente de depoimentos coagidos de uma testemunha pouco confiável. Apesar das modificações mais recentes feitas na acusação pelo DOJ, ela poderia revelar ao público o próprio histórico de tráfico de drogas da CIA. https://rothbardbrasil.com/o-que-esta-por-tras-da-risivel-acusacao-politizada-do-governo-americano-contra-maduro/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O verdadeiro regime tirânico Talvez um bom exemplo de tirania seria derrubar governos constantemente, iniciar guerras de agressão, atacar populações civis com sanções de fome, travar conflitos por procuração, jogar bombas, interferir nas eleições, cercar o planeta com centenas de bases militares e operar para matar, subverter e subjugar qualquer população em qualquer lugar do mundo que desobedecer suas ordens. Tenho quase certeza de que o tirano com quem realmente precisamos nos preocupar é quem está fazendo isso. https://rothbardbrasil.com/o-verdadeiro-regime-tiranico/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Scott Horton conversa com Roberto Chiocca! Entrevista completa com legenda em português. (: https://www.youtube.com/watch?v=ogdK9kGSNq8&list=PLET42Ux5hJBPf101ZI6YdqYFMqC-bym4W npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/quem-sao-os-verdadeiros-narcoterroristas/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/nada-de-bom-pode-resultar-da-mais-recente-tentativa-americana-de-mudar-o-regime-na-venezuela/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/trump-admite-que-sequestrou-maduro-para-tomar-o-petroleo-da-venezuela/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-sequestro-de-maduro-faz-parte-de-uma-operacao-sionista-maior/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/furando-a-bolha-de-propaganda-americana-e-de-seus-vassalos-ue/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/mudanca-de-regime-e-construcao-de-nacao-estao-de-volta/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/como-as-grandes-empresas-ajudaram-a-criar-o-leviata/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O que é bioleninismo? Toda política é, em última análise, biológica. Um regime não é sustentado por abstrações, mas por homens — por suas capacidades, seus instintos e suas lealdades. Toda ordem política é biopolítica. Depende de quem nasce, quem detém o poder e quem é rejeitado. Hierarquia é o princípio pelo qual os homens são organizados de acordo com suas diferenças naturais. Ordem é a coesão e estabilidade que surgem quando essas diferenças são corretamente compreendidas e afirmadas. Ambos emergem da distribuição desigual de traços entre os homens: diferenças de caráter, de premonição e na vontade de liderar ou na disposição de seguir. As instituições não sobrevivem apenas por ideais. Elas perduram através da força, disciplina e continuidade de um povo — pela cooperação dos vivos e pela fiel transmissão da ordem através das gerações. Cada homem cumpre a posição que lhe foi atribuída. Como observou o poeta romano Horácio, “Satisfeito com seu próprio lugar, ele não se esforça para superar seu posto.” Essa é a base de toda ordem estável. Quando esses fundamentos biológicos são subvertidos — quando os fracos e inaptos são reunidos em um coletivo e sua fragilidade é transformada em força política — a política não desaparece. Ela degenera. Ela não serve mais à verdade, justiça ou excelência, mas se torna um mecanismo de controle. O regime ainda exige obediência, mas não de homens de valor. Ela a assegura por meio da dependência, e a sustenta elevando os fracos acima dos fortes, a base sobre os nobres. Essa é a lógica do bioleninismo. Cunhado pelo escritor “Spandrell“, o bioleninismo descreve uma estratégia de domínio que surge em tempos de declínio civilizacional. Incapazes de se sustentar pela lealdade dos competentes e independentes, regimes em decadência formam uma nova coalizão governante a partir dos biologicamente — e, portanto, muitas vezes socialmente — inaptos. Esses não são homens que ascendem pelo mérito, mas homens cujo status, e em muitos casos sua própria existência, depende inteiramente do sistema. Sua lealdade é garantida pela dependência. O ressentimento deles é usado como arma contra os mais capazes. Isso não é um fenômeno novo. Lenin aperfeiçoou isso na Rússia revolucionária. Ele recrutou das margens amarguradas — o que o Dr. Edward Dutton chama de “mutantes rancorosos”: forasteiros étnicos, intelectuais fracassados, ideólogos radicais e desviantes sociais. Não eram homens com algo a ganhar com a velha ordem, nem que tivessem qualquer lugar em uma hierarquia justa ou natural. Mas para um regime construído sobre a destruição, eles eram os instrumentos perfeitos. O fracasso deles os fixou na lealdade. O ódio deles os tornou impiedosos. O bioleninismo adapta essa mesma lógica ao Ocidente pós-moderno. Ele vai além da classe socioeconômica para abranger todo o espectro da disfunção biológica. Seus instrumentos preferidos são os neuróticos, os perversos, os amargurados e os deformados. Quanto mais quebrado o indivíduo, mais fácil ele é controlado. Quanto menos capaz ele é de sobreviver por mérito, mais se agarra ao regime que o eleva. Nesse processo perverso de seleção, a feiura da inépcia e do fracasso se torna poder. A dependência é transfigurada em virtude. Este não é um regime projetado para elevar o nobre ou recompensar os capazes. Ele existe para se enraizar através da destruição daqueles que possam transcendê-lo. O que não pode corromper, ele expulsa. O que não pode expulsar, ele difama ou esmaga. Sua guerra contra o mérito não é acidental, mas essencial, pois a excelência ameaça seu comando. Competência desafia o controle. A beleza revela a indiferença sublime da natureza, onde nada é devido e tudo deve ser conquistado. A normalidade resiste à dominação autoritária, pois prospera com proporção e contenção. E assim, a inversão vira lei. Os fortes são tratados como ameaça, os virtuosos como perigo, os nobres como criminosos. Em seu lugar surgem os amargurados, os fracos e os grotescos—homens que jamais poderiam ter construído uma civilização, mas que queimarão uma para preservar seu poder. O resultado é um sistema que não aspira mais à grandeza, mas à obediência. Seus governantes não buscam honra, mas controle. Eles governam não pela excelência, mas pelo medo, distorção e dependência fabricada. Sua estabilidade depende da lealdade daqueles que não teriam lugar em nenhum mundo justo ou bem ordenado. O bioleninismo não é um erro temporário, mas o toque de morte de um sistema em colapso. Ele não apenas gerencia o declínio, como sugere o idioma familiar, mas se alimenta vorazmente dele. E a menos que seja completamente aniquilado — sem hesitação e sem misericórdia — tudo o que é nobre será destruído e tudo o que é belo jazirá em ruínas. A vitória não exige crueldade, mas exige determinação, daquele tipo que não se afasta da necessidade. Exige fidelidade à natureza, coragem para nomear as coisas como elas são e a vontade inabalável de reconstruir. Como todos os sistemas parasitários, o bioleninismo é frágil. Sua força não está na força, mas na submissão. Como Alexander Soljenítsin alertou: “Que a mentira venha ao mundo, que ela até triunfe. Mas não por minha causa.” Se homens suficientes se recusam a viver de mentiras, a máscara racha, o feitiço se quebra e toda a ordem decadente começa a cair. https://rothbardbrasil.com/o-que-e-bioleninismo/ https://blossom.primal.net/20d10b99461eb65f38e08a54de193ae03744395e4f7821f4945fc2a7a313abd1.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-praxeologia-das-conspiracoes/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-reconhecimento-da-somalilandia-uma-decisao-certa-tomada-por-razoes-muito-erradas/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/trump-da-um-passo-rumo-a-liberdade-ao-reclassificar-a-maconha-como-uma-droga-leve/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/as-principais-previsoes-de-doug-casey-para-2026-o-que-isso-significa-para-voce-e-seu-dinheiro/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-estado-de-bem-estar-social-e-um-cancer-corroendo-a-sociedade/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-conceito-espurio-das-externalidades/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/como-domar-um-monstro-o-problema-do-constitucionalismo/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/um-presente-de-natal-para-a-maquina-de-guerra/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/voce-violaria-o-pna-para-salvar-o-mundo/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-falacia-da-educacao-publica/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-notavel-historiografia-de-david-irving/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/anarcocapitalismo-comunitario/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard @npub1jjn…9576 npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Amanhã! Sábado, 20/12, às 18h (horário de São Paulo-Brasil), o Liberin encerra 2025 com chave de ouro. 🚀 Scott Horton, diretor do Libertarian Institute, conversará com Roberto Chiocca, fundador do Instituto Rothbard Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=HOJBoaw_gLc&list=PLET42Ux5hJBPf101ZI6YdqYFMqC-bym4W Acompanhem ao vivo! https://blossom.primal.net/09772107b2a57ba5752bdc159c871df307eab5829cfd5c0a12bdfa65ac6166e2.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/matem-todos-eles/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-proxima-recessao-economica-chegara-em-breve/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Australianos sendo massacrados não deveria nos incomodar mais do que palestinos sendo massacrados Os palestinos não amam suas famílias menos do que os australianos. Vidas australianas não são mais significativas ou valiosas do que vidas palestinas. Não há razão válida para o mundo ter focado menos nas 15 pessoas mortas em Gaza em 16 de março do que nas 15 pessoas assassinadas na Praia de Bondi. https://rothbardbrasil.com/australianos-sendo-massacrados-nao-deveria-nos-incomodar-mais-do-que-palestinos-sendo-massacrados/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O que aconteceu com as mudanças climáticas? Juntos, essa coalizão informal, mas determinada, de poderosos governos, corporações, mídia e grupos acadêmicos fez um esforço deliberado para aterrorizar as pessoas comuns — especialmente as gerações mais jovens — fazendo-as acreditar que estávamos caminhando para a extinção humana, e que a única forma de evitá-la era permitir que governos e organizações de “governança global” obtivessem uma enorme quantidade de poder sobre todos os aspectos de nossas vidas. As elites que promoviam essa narrativa não agiam como se realmente acreditassem no que diziam. Elas agiram como se tivessem descoberto uma forma útil de justificar uma tomada de poder. Então, por que tudo isso mudou de rumo? Por que as mudanças climáticas parecem ter desaparecido e se tornado irrelevantes nos últimos anos? Em resumo, porque deixou de ser útil — pelo menos no nosso momento atual. https://rothbardbrasil.com/o-que-aconteceu-com-as-mudancas-climaticas/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard O mal do estado de bem-estar social Por Jacob Hornberger Vamos supor que eu confronte um multimilionário que escolheu não doar seu dinheiro para ninguém. Apontei uma arma para a cabeça dele e o obriguei a me dar $100 mil. Levo o dinheiro para a parte mais pobre da cidade e dou para pessoas que precisam desesperadamente dele para comida, moradia e cuidados médicos. Eu não fico com nenhum dinheiro para mim. Estou sendo bom, solidário e compassivo? E ele? Ambos ajudamos os pobres, necessitados e desfavorecidos. Não deveríamos ser homenageados por sermos boas pessoas? A maioria das pessoas diria que não. Elas diriam que eu não passo de um ladrão. Não tenho o direito de roubar o dinheiro de outra pessoa e fazer o bem com esse dinheiro. Além disso, o fato de a vítima não ter cooperado voluntariamente com esse empreendimento significa que ela não foi nem um pouco boa, solidária e compassiva. Na verdade, é praticamente certo que a vítima irá me denunciar criminalmente, apesar de eu ter usado o dinheiro dela para ajudar os pobres, necessitados e desfavorecidos. Mas não é exatamente assim que o estado de bem-estar social é estruturado? Em vez de eu tomar o dinheiro dos milionários, é o governo que está tomando. O governo, operando por meio da Receita Federal, obriga as pessoas a entregar uma parte de seu dinheiro ao governo federal. O governo, atuando por meio de agências de assistência social, então distribui, direta ou indiretamente, esse dinheiro para beneficiários da Previdência Social, SUS, Bolsa Família, assistência social, subsídios, resgates, ajuda externa e outras generosidades governamentais. Leia mais: https://rothbardbrasil.com/o-mal-do-estado-de-bem-estar-social/ https://blossom.primal.net/634b3e3f4000727e741c1851e4345916b949854f1ae7ab7805c52bff5e267096.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Aristocracia, meritocracia, tecnocracia e revolução Na busca pela “meritocracia”, os plebeus foram condicionados a acreditar que não se pode ter sucesso sem pelo menos uma educação universitária. Por sua vez, os remanescentes da nobre classe dominante transformaram faculdades em laboratórios de doutrinação que reforçam as ideologias do sistema dominante. Em outras palavras, membros da Velha Guarda encontraram o mecanismo perfeito para subordinar as próprias pessoas que normalmente tendem a derrubá-la. Diga ‘Oi’ à nova nobreza; parece igual à antiga! https://rothbardbrasil.com/aristocracia-meritocracia-tecnocracia-e-revolucao/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-maior-falcatrua-de-israel-esconder-os-numeros-reais-de-quantas-pessoas-matou-em-gaza/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-grande-fraude-do-colesterol-e-os-perigos-das-estatinas/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-propriedade-intelectual-viola-o-livre-mercado/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/quem-se-importa-com-o-holocausto/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://primal.net/e/nevent1qqs2nufwx72uvqr6j7m0ygee7g74ljaeuvpvk22pwwpetwdqnsxaa3ggqkj7h npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Tucker Carlson, a maior audiência da direita americana, segue DESTRUINDO a propaganda mentirosa de Israel (hasbará) com fatos e lógica simples. Outros grandes nomes da direita, como Candace Owens, também têm se empenhado na revelação da verdade sobre Israel. A importância deste movimento inédito não pode ser desprezada. Após dois anos de imagens de dezenas de milhares de crianças palestinas sendo dilaceradas por Israel, a esquerda já se opõe majoritariamente a Israel. E Israel depende do apoio dos EUA. Perdendo a direita, Israel perde o apoio geral da população do país que o sustenta. Israel já demonstrou se importar com o apoio popular americano, com Netanyahu se reunindo com influenciadores e declarando que a propaganda é a 8ª frente de batalha de Israel. Eles até mataram Charlie Kirk por isso, pois ele havia anunciado que estava abandonado o indefensável lado de Israel. Resta a Israel apenas o lobby comprado pelo dinheiro fiduciário judaico. Até quando isto pode resistir a uma maioria informada é algo que iremos constatar em breve. Enquanto o governo Trump cancela as sanções do juíz déspota violador de direitos humanos que tiraniza o Brasil, neste episódio Tucker entrevista uma jornalista italiana que foi sancionada pelos EUA por simplesmente denunciar o genocídio em Gaza. Mas parece que o jogo está virando. Veremos. https://open.spotify.com/episode/4fM2ht0LkjJOSMn6xFGnwM npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Trump financiou o genocídio em Gaza... Atacou o Irã e o Iêmen... Bombardeou a Somália mais de 80 vezes... Mantém a guerra na Ucrânia em andamento... ...e agora está pirateando navios venezuelanos. Isso é o que a conta do Partido Republicano acabou de publicar: #nevent1q…zgyf npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-retumbante-derrota-na-guerra-as-drogas/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/minarquismo-o-pior-tipo-de-idolatria-do-estado/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/javier-milei-concorreu-como-um-revolucionario-libertario-e-acabou-sendo-um-politico-completamente-normal/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/venezuela-e-o-golpe-mais-escancarado-da-historia/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/como-milei-salvou-o-banco-central-da-argentina/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/os-assassinatos-de-narcoterroristas-precisam-acabar/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/precisamos-fazer-com-o-estado-o-que-fizemos-com-a-escravidao/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/por-que-proibir-o-discurso-de-odio-e-algo-malevolo/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/por-que-a-gra-bretanha-e-os-estados-unidos-nao-deveriam-ter-entrado-na-segunda-guerra-mundial/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/charles-de-montalembert-um-pilar-catolico-do-liberalismo-classico/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard É mesmo? Que pena. Pode voltar pros seus afazeres normais na internet… https://blossom.primal.net/8109d193e3f66598275929e1c5ecf5a319059888ce19a7d411e129730ee4535b.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Coitadinhos dos bilionários… nunca pegaram dinheiro dos pagadores de impostos né? Tão injustiçados… npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Claro, tudo invenção de esquerdista de uma falsa guerra! https://blossom.primal.net/730f95604209726a244e6790e1a5be75e409c93c1a15dd43107d1134e0b6095c.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Claro que alguns israelenses se salvam, mas só uma pequena minoria. A sociedade israelense é majoritariamente formada por defensores do roubo, do estupro e do genocídio. Isso pq o judaísmo é um culto supremacista. https://rothbardbrasil.com/a-sociedade-israelense-e-tao-doentia-quanto-o-governo-de-israel-e-isso-nao-e-uma-generalizacao/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Vocês roubaram (e continuam roubando) através da Nakba. A Haganá, a Gangue Stern e o Irgun eram milícias terroristas que massacraram os palestinos para promover a limpeza étnica do território. npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-principe-de-liechtenstein-tornou-se-um-heroi-libertario/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard É obvio que os arabes não aceitaram a sugestão de partilha de seu território feita por um órgão burocrático supranacional; Em 1945, o governo do mandato britânico pesquisou a propriedade da terra na Palestina e descobriu que os judeus possuíam 5,67% do total da terra, enquanto muçulmanos, cristãos e outras denominações possuíam 48,31% da terra. Os 46,02% restantes eram terras públicas, principalmente no deserto escassamente habitado no sul, a maior parte das quais pertencia de fato aos beduínos que ali pastoreiam. Entre as terras privadas, apenas 10,5% pertenciam a judeus, enquanto 89,5% pertenciam a não-judeus. Não havia um único distrito na Palestina em que os judeus possuíssem a maior parte da terra, como esta ilustração deixa claro. Você não está falando com nenhum goi burro aqui. Eu conheço os fatos históricos deste estado de terroristas e ladrões. npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Israel foi fundado por comunistas e segue socialista até hoje. https://rothbardbrasil.com/socialismo-ao-estilo-israelense/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Mentir está realmente no seu DNA. Os judeus que imigraram para a Palestina compraram apenas 6% do território até 1948, o resto todo eles ROUBARAM e continuam roubando até hoje. https://rothbardbrasil.com/direitos-de-propriedade-a-causa-do-conflito-palestino-israelense/ https://blossom.primal.net/85e80c4d826030ed9cbbbcf506b00dd2a075950cd84af8c328e7986a281573ba.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-governo-mais-tiranico-do-mundo-quer-libertar-a-venezuela-da-tirania/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard A maior ameaça ao livre mercado não são os socialistas; são os bilionários https://rothbardbrasil.com/a-maior-ameaca-ao-livre-mercado-nao-sao-os-socialistas-sao-os-bilionarios/ https://blossom.primal.net/2d4717eefa9268e44283a7c940200164af8932b849a5eea54bd90bc50aac5ab2.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Essa frase é do criador do libertarianismo, o judeu Murray Rothbard, seu retardado mental. Ela representa os libertários tanto quanto o maior libertário de todos os tempos representa os libertários. Se Rothbard não representa os libertários, quem representa, o Luciano Barak? 😂😂😂 Israel é um estado socialista, fundado por judeus ateus comunistas sobre um território roubado dos palestinos, que foram vítimas de massacres e terrorismo. npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-queda-do-regime-de-zelensky-e-de-seus-aliados/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://blossom.primal.net/e15e02a972f5ba80fef6c079abcbbdfc5f6e4f8e9f3a3d4c9c40418347a3b05c.jpg npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/uma-perspectiva-austriaca-sobre-a-igualdade/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/israel-e-a-capital-global-do-estupro/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/familia-a-principal-arma-para-derrotar-o-estado/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/novas-estimativas-forcas-israelenses-mataram-diretamente-mais-de-100-000-palestinos-em-gaza/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-politica-e-o-governo-no-anarcocapitalismo-e-como-derrotar-o-estado/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/a-abordagem-de-tom-brady-para-viver-uma-vida-de-maestria/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/o-caminho-para-a-descivilizacao-inflacao-e-a-erosao-moral-da-sociedade/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard https://rothbardbrasil.com/um-verdadeiro-plano-de-paz-para-a-ucrania/ npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Nunca se esqueçam dos retardados que colocaram uma fralda na cara porque a televisão e os políticos disseram que isso os protegeria de uma gripe https://blossom.primal.net/32ec56fbae12cb79971c3e4bc0e28bd9bbcf367cd76ccca92366801c2d08de86.mov npub1vudm0xsx4cv3zkvvq7k5836tnkv64q0h7uudnwujr4a4l9zc2p9s0x8url Rothbard Nem austríaco nem anarcocapitalista: Milei é o Estado disfarçado de liberdade https://rothbardbrasil.com/nem-austriaco-nem-anarcocapitalista-milei-e-o-estado-disfarcado-de-liberdade/ https://blossom.primal.net/14f7667b94445565e08237d68e57312653ea9a7f45821ac7592c04e2c374d523.jpg