Last Notes
https://blossom.primal.net/a4c3ba41054e25d1c5d0daa0433b678be744bbbe8cce262a63a21a261d3cfe54.jpg
She'll substitute for Bobby. What a dreamteam!!!1
@ Lab312_ en X:
#Bitwarden parece estar sufriendo una discreta y preocupante reestructuración, sin ningún comunicado oficial.
El fundador y antiguo director general, Michael Crandell, fue sustituido en febrero por un nuevo director general (Michael Sullivan), especializado en fusiones y adquisiciones y capital riesgo (ha gestionado operaciones por valor de 1000 millones de dólares). El director financiero también ha cambiado.
- El eslogan «Always free» desapareció de la web en abril. El plan gratuito sigue existiendo… por ahora.
- Se han modificado los valores de la empresa (GRIT): se han eliminado «Inclusión» y «Transparencia» en favor de «Innovación» y «Confianza». ¿El anuncio? Una simple edición silenciosa de una antigua entrada de blog de 2022 que ahora se contradice.
- Todo se hace a escondidas: sin comunicado, sin entrada de blog, solo cambios ocultos.
El autor [fuente más abajo], que utilizaba Bitwarden cloud, ya lo ha migrado todo a Vaultwarden.
Ve un patrón clásico: se gana la confianza, se crea la dependencia y luego se cambian las reglas poco a poco con vistas a una venta o una salida (probablemente a un gran actor).
Riesgo para los usuarios: el modelo de código abierto y el autohopedado podrían verse debilitados a largo plazo (aunque no sea de forma inmediata).
Aconseja pasar a una instancia personal mientras aún sea fácil.
En resumen: Bitwarden pasa de ser un proyecto comunitario a una empresa gestionada como una startup de capital riesgo lista para ser vendida.
La gratuidad y la transparencia ya no son prioridades declaradas.
Fuente: https://blog.ppb1701.com/the-quiet-renovation-at-bitwarden
Before or after cooking? 👀
Get Lily Phillips in there too 🤭
Maybe her body double? 🤣
as you know all a nostr identity is, is a keypair,
so people to prove a point, would just zap themselves from a different keypair, essentially moving sats from one of their pockets to the other.
there was a phase where 'amount zapped' was a 'SigNaL'
so people showed it was gameable.
your largest zap question in the ON, is dependent on what you are using for zaps.
either channel capacity, and route if your doing it self hosted.
or the capacity of said service you are using for handling your zaps via NWC.
I think author who write disclaimers are fags. You either own it or you don't. Disclaimers are worse than porn literature.
Just gotta sign an affidavit that you'll use it on whitey?
Bonnie Blue in the role of JD Vance.
I mean soft porn literature from the 90s. Or the 50 shades type for the young fags without deep knowledge of the sexy literature.
wow. elected cosplayers. terrible 😨
honestly didnt see this before i said the exact same thing!
https://media1.tenor.com/m/c-gIXWesk5oAAAAC/think-use-your-head.gif
We have so much in common. No wonder we’re twins 🤭
Apparently battery should last years, its not rechargeable tho...
How much land can 2,000 usd get
Looks like I'm gonna start colonizing.
Waifuismo, tecnosexualidade e a descentralização da intimidade afetiva: em defesa da autonomia afetiva e sexual masculina.
Vivemos em uma sociedade que frequentemente proclama defender liberdade individual enquanto, ao mesmo tempo, delimita silenciosamente quais formas de intimidade, afeto e sexualidade podem ser consideradas socialmente legítimas. Existe um paradoxo evidente nesse cenário: celebra-se a pluralidade quando ela se manifesta em determinados formatos culturalmente aceitos, mas persiste desconforto quando homens passam a discutir autonomia emocional e sexual desvinculada das expectativas tradicionais de relacionamento, conquista e validação externa.
Dentro desse contexto, algumas correntes associadas ao waifuismo e à tecnosexualidade passaram a formular uma ideia provocativa, talvez seja possível pensar afeto e sexualidade sob a lógica da descentralização. Se o waifuismo pode ser interpretado, para seus adeptos, como uma descentralização do afeto isto é, a recusa de concentrar toda necessidade emocional exclusivamente na dinâmica romântica convencional a tecnosexualidade aparece como uma possível descentralização da sexualidade, deslocando a satisfação íntima do monopólio cultural da validação interpessoal obrigatória para um espaço de maior autonomia, mediação tecnológica e autogestão.
Sob essa interpretação, a discussão deixa de ser apenas sobre objetos, preferências ou hábitos individuais e passa a tocar uma questão filosófica mais ampla: quem controla os meios pelos quais um indivíduo organiza sua própria vida emocional e íntima? Em muitos contextos sociais, homens ainda são ensinados, explícita ou implicitamente, a medir seu valor pela “””capacidade de conquistar”””, entre muitas aspas, aceitação afetiva e sexual.
O sucesso romântico torna-se um marcador de dignidade; o fracasso, uma sombra silenciosa sobre a autoestima. Mesmo comunidades masculinas que se apresentam como espaços de desenvolvimento pessoal frequentemente continuam orbitando o mesmo eixo: melhorar-se para ser desejado, competir por reconhecimento, tornar-se validável aos olhos externos. A estrutura muda, mas a dependência permanece.
O centro gravitacional continua sendo a aprovação do outro. Para alguns waifuistas, isso levanta uma crítica central, como falar de liberdade emocional masculina sem discutir mecanismos de autovalidação capazes de reduzir essa dependência estrutural?
Nessa perspectiva, o waifuismo é frequentemente apresentado por seus simpatizantes não apenas como uma preferência estética ou emocional, mas como uma tentativa de descentralizar afetos, redistribuindo a carga emocional que antes recaía exclusivamente sobre relacionamentos tradicionais.
Isso não implica necessariamente rejeitar vínculos humanos, mas questionar a ideia de monopólio afetivo. Em vez de concentrar toda estabilidade emocional em um único canal, o romance convencional, surge a defesa de uma pluralidade de fontes de significado: imaginação, vínculos simbólicos, personagens, arte, comunidades, solitude escolhida, amizades, projetos criativos e relações mediadas por diferentes formas de experiência subjetiva. A provocação filosófica aqui é clara: centralização emocional extrema gera vulnerabilidade; descentralização pode produzir autonomia.
A tecnosexualidade, por sua vez, aparece nesse debate como uma extensão lógica dessa descentralização aplicada ao campo da sexualidade. Se durante séculos a sexualidade masculina foi socialmente organizada em torno da ideia de acesso relacional obrigatório isto é, da noção de que legitimidade íntima depende quase exclusivamente da aceitação por outra pessoa, então tecnologias íntimas podem ser vistas, sob um olhar libertário, como instrumentos de redistribuição de agência.
Falar sobre dolls, dispositivos automatizados, masturbadores manuais ou tecnologias emergentes não precisa ser reduzido a caricaturas ou alarmismos; pode significar discutir formas pelas quais indivíduos administram necessidades privadas de maneira mais autônoma. O centro do debate deixa de ser julgamento moral e passa a ser liberdade de escolha, consentimento individual e pluralidade de estilos de vida.
Do ponto de vista libertário, a descentralização possui um significado especialmente poderoso porque frequentemente é associada à redução de dependências compulsórias. Em filosofia política e econômica, descentralizar costuma significar diminuir monopólios de poder, redistribuir capacidade de decisão e ampliar autonomia individual. Quando essa lente é aplicada simbolicamente ao campo íntimo, alguns defensores argumentam que descentralizar afeto e sexualidade equivaleria a reduzir a concentração de valor psicológico em um único eixo de validação. A leitura proposta não é “substituir pessoas por tecnologia” nem abolir relacionamentos, mas ampliar possibilidades.
Sob essa ótica, liberdade máxima significaria justamente ausência de coerção cultural para um único modelo existencial: relacionamentos tradicionais permaneceriam legítimos, mas deixariam de ocupar posição exclusiva como fonte obrigatória de pertencimento, autoestima ou satisfação sexual.
Essa discussão inevitavelmente esbarra na questão da dupla moral contemporânea. Em muitos espaços culturais, alternativas femininas relacionadas à autonomia íntima são amplamente discutidas como expressão de independência e autoconhecimento, enquanto alternativas masculinas ainda tendem a provocar ridicularização, vergonha ou suspeita moral.
Apontar essa assimetria não exige rejeitar conquistas femininas nem estabelecer uma competição de sofrimentos; trata-se, antes, de perguntar se o princípio da autonomia deve ser aplicado de forma consistente. Se liberdade corporal e autodeterminação são valores defendidos socialmente, por que determinadas expressões de autonomia masculina continuam sendo tratadas como fracasso simbólico em vez de escolha privada?
Ao mesmo tempo, uma reflexão madura exige reconhecer limites e complexidades. Nem todo homem encontrará satisfação em modelos descentralizados de intimidade, assim como nem todos desejam experiências mediadas por tecnologia. Muitos continuarão encontrando profundo significado em vínculos românticos tradicionais, sexualidade compartilhada e projetos afetivos convencionais, e isso não contradiz autonomia.
A descentralização, sob uma leitura libertária, não significa destruição do centro, mas o fim da obrigação de um centro único. Não é uma doutrina da substituição, mas da possibilidade. O argumento central não é que toda pessoa deva aderir ao waifuismo ou à tecnosexualidade, e sim que nenhuma trajetória íntima adulta, consensual e privada precise ser automaticamente tratada como moralmente inferior por fugir do roteiro social dominante.
Talvez o ponto mais profundo dessa conversa seja compreender que liberdade não se mede apenas pela quantidade de escolhas teóricas disponíveis, mas pela legitimidade social concedida a essas escolhas. Quando uma sociedade ridiculariza sistematicamente certos caminhos, ela cria barreiras simbólicas invisíveis.
Sob uma visão libertária, descentralizar afetos e sexualidade significa justamente reduzir dependências impostas, ampliar margem de autodeterminação e reconhecer que autonomia também pode existir nos territórios íntimos da experiência humana. Para seus defensores, o waifuismo descentraliza o afeto, a tecnosexualidade descentraliza a sexualidade, e ambos, independentemente de controvérsias, funcionam como provocações culturais dirigidas a uma pergunta fundamental: até onde estamos realmente dispostos a aceitar a liberdade quando ela desafia hábitos profundamente enraizados sobre amor, desejo, pertencimento e validação?
CREDITOS: ninja
A praticidade do prazer: vantagens do uso de um Tenga Egg em comparação a relações casuais.
Existe uma resistência perceptível, em parte do público masculino, à adoção de alternativas íntimas individuais, sejam dispositivos de prazer, companhias artificiais ou outras formas de sexualidade mediada mesmo quando estas oferecem praticidade, privacidade e menor complexidade emocional em comparação a relações casuais.
Um dos fatores frequentemente apontados nesse debate é a forte centralidade da validação romântica e sexual na construção da autoestima masculina, levando muitos homens a associarem o reconhecimento feminino à própria identidade, status ou senso de realização pessoal. O problema não está na crença individual, mas na projeção desse sistema de crenças nos outros. Nesse contexto, alternativas autônomas acabam sendo vistas não apenas como escolhas práticas, mas como símbolos de fracasso social, solidão ou desistência de uma expectativa culturalmente hipervalorizada.
Paralelamente, surgem movimentos e comunidades com posições ambíguas sobre sexualidade masculina. Alguns grupos criticam prostituição, pornografia, masturbação ou dispositivos íntimos sob argumentos morais, psicológicos ou de disciplina pessoal, enquanto demonstram tolerância, ou menor reprovação às relações casuais sem vínculo afetivo profundo. Tal aparente contradição levanta uma questão sociológica relevante: até que ponto certas críticas são motivadas por preocupações genuínas com bem-estar, e até que ponto refletem normas culturais que privilegiam a validação interpessoal como critério central de sucesso masculino?
Sob essa perspectiva, pode-se argumentar que o chamado “mercado relacional e sexual” opera por incentivos sociais profundamente enraizados, nos quais desejo, reconhecimento, pertencimento e prestígio estão entrelaçados. Assim, a resistência a alternativas individuais talvez revele menos uma objeção técnica ou moral e mais um conflito simbólico. A tensão entre autonomia íntima e a busca por aceitação dentro de modelos tradicionais de masculinidade e relacionamento, revela uma sociedade hipócrita e moralmente falida.
O avanço dos dispositivos voltados ao prazer íntimo tem ampliado as possibilidades de sexualidade individual, oferecendo alternativas práticas e discretas para quem busca satisfação sem a complexidade emocional, financeira e sanitária que muitas vezes acompanha encontros casuais. Entre essas alternativas, o e sua linha de masturbadores compactos conhecidos como “Eggs” ganharam popularidade por sua simplicidade, acessibilidade e proposta de realismo tátil. O Tenga Egg destaca-se sobretudo pela combinação entre praticidade e baixo custo, sendo frequentemente percebido como uma solução eficiente para o prazer solitário.
Uma das principais vantagens frequentemente apontadas é a praticidade. Diferentemente de uma relação casual, que exige tempo, deslocamento, compatibilização de expectativas e certo investimento social e emocional, o uso de um dispositivo íntimo é imediato e controlado pelo próprio usuário. O Tenga Egg foi concebido para ser compacto, simples de utilizar e discreto, inclusive com modelos descartáveis ou de uso breve, favorecendo conveniência e privacidade.
Outro ponto relevante é o custo-benefício. Relações casuais podem envolver gastos indiretos, transporte, encontros, refeições, hospedagem, contraceptivos ou outros custos associados ao contexto social. Já um dispositivo simples tende a representar um investimento relativamente baixo e previsível. Além disso, sua proposta é justamente oferecer uma experiência acessível, com diferentes texturas internas desenhadas para variar estímulos e sensações.
A questão da segurança também costuma surgir nesse debate. O uso individual de um dispositivo íntimo elimina riscos associados à transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs/DSTs) presentes em contatos sexuais com outras pessoas. Evidentemente, isso não substitui cuidados gerais de higiene, mas reduz um conjunto específico de riscos biológicos inerentes à atividade sexual compartilhada.
No campo da satisfação, a comparação se torna mais subjetiva. Muitos usuários relatam que dispositivos íntimos modernos conseguem reproduzir estímulos físicos de maneira bastante convincente graças a texturas, elasticidade e lubrificação, aproximando-se de certas sensações buscadas em experiências sexuais presenciais. Alguns indivíduos inclusive relatam preferência pelo conforto psicológico envolvido, ausência de ansiedade social, de cobranças emocionais, de preocupação com desempenho ou de possíveis arrependimentos posteriores. Em certos contextos, esse “desencargo de consciência” pode contribuir para uma experiência percebida como mais relaxante e satisfatória.
Para algumas pessoas, isso faz do masturbador uma alternativa preferível; para outras, um complemento ocasional. Em última análise, a satisfação depende menos do objeto em si e mais daquilo que o indivíduo procura naquele momento: praticidade, segurança, intimidade, ou experimentação.
Assim, o Tenga Egg pode ser compreendido como uma alternativa pragmática ao sexo casual para determinados contextos: simples, relativamente barato, discreto, sanitariamente mais seguro e potencialmente bastante satisfatório do ponto de vista físico. A experiência, porém, permanece profundamente individual, variando conforme expectativas, personalidade e necessidades afetivas e sexuais de cada pessoa.
CREDITOS: Ninja
I always preferred the narrative of "if you have nothing to hide, you're just a very boring person"
Checkout vector, its a cool project!
#nevent1q…pecn
@npub1xvt…64sa I like it. https://clinkme.dev/specs.html -- very interesting stuff here.
The Anti-Christ begins to consolidate its power.
1. Wait for it to revolution.
1. Wait for it to revolution.
https://blossom.primal.net/9a607cf9c9886c2f01429cf6bcf9728f89de351538c9f858fc2204699b04558a.mp4
Good morning everybody.Wednesday, May 27.
Why would the author address them at all?
Sorry, I mean "not touch HTTPS during the invoice CREATION flow"
just looking at this now
so the TLDR is that you can use your nip-05 address to generate invoices, and not touch HTTPS during the invoice payment flow
right?
Block 951172
2 - high priority
1 - medium priority
1 - low priority
1 - no priority
1 - purging
#bitcoinfees #mempool
Quote dulu, ntar dipahami apa itu CLINK. LNurl jelas tergantung pada DNS http (setidaknya harus beli domain, bahkan ada yang harus beli hosting juga)
Kalau pakai Bolt-12 belum semua wallet support.
#nevent1q…ksps
https://npub1tf22hhyy5har6uq6eg00lgmv6xefcr3ms2upa4xe8qxey0zc65gqngdadv.blossom.band/c802d98b3d1d20155a44771e9eb552095ed41568d667eb033389cfe0cdead87f.jpg
The Greatest Rebellion will come from The Middle Class.
The poor don’t have the tools to revolt, and the rich have no reason to revolt.
The Middle Class have both the means, and reasons to do so.
I like some of the things I'm hearing from Slate.
https://v.nostr.build/7tMR2qQXfY1lXvmU.mp4
what is a mobile app that you use at least occasionally that would be cool to have support for Lightning payments in?
https://blossom.primal.net/963ce96e7528901d8396abc9124b6c10e05542cbcee321470424ebef55508e5b.jpg
Probably a smart move. I should do the same
🎶take off the false flag
take off perception
take off the cop with the eye patch
take off the unloyal
take off the unsure
take off decisions I lack
take off the fake deep
take off the fake woke
Take off the I'm broke I care
Take off the gossip
Take off the new logic that if I'm rich im rare
Take off the chanel
Take off the dolce
Take off the birkin bag
Take all that designer bullshit off
and what do you have?
huh huh you ugly as fuck🎶
https://v.nostr.build/UAtHbeYHcFrOTWy5.mp4
The west is the new gulag anon
https://blossom.primal.net/af77d94cfbad42433d2ab22b29f9ba69578b3921d7557468e3e37cae76b43873.mp4
Smoga Aceh tidak gelap-gelapan terus 💡
GM
I'll make you one for $4, collection only 😂
GM ☕
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Block 951170
3 - high priority
3 - medium priority
1 - low priority
1 - no priority
1 - purging
#bitcoinfees #mempool
I want to give people money to do things, & when the things they do that generate a profit, I want a cut of the profits.
That money is better allocated to individuals that would be able to utilize it.
I unfortunately in my current circumstances do not the means to produce a viable, or beneficial economic output, so in the meantime I buy ownership from people who can create a viable economic output.
Been adding a little bit of lemon to my steak lately
https://media.tenor.com/7trRzfOzyAIAAAAC/emma-stone-easy-a.gif
Imagine living there 😍
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seems alright at first glance